quarta-feira, 4 de março de 2009

4 de Março...e então?...

Eu bem dizia, não tarda nada passaram-se as 40 semanas. O dia 4 de Março, desde o início apontado como o "deadline" desta enorme aventura, finalmente chegou. E com ele traz uma mudança de lua - será???
Eu não queria acreditar que chegasse a esta altura, sempre pensei que a coisa adiantasse, mas segundo os médicos o tempo até só acaba na próxima semana por isso...
Resta-me então esperar, esperar, ir respondendo às mensagens e aos telefonemas de amigos e familiares que pensam que me esqueci de lhes dar a novidade: "não, ainda nada! Pois, está quentinha aqui dentro..."
E nem adianta virem cá com palpites e sugestões do tipo "ah e tal, a mim dava-me jeito ir aí este fim de semana que para o outro não posso, vê lá se despachas isso!" nááááá!
Aqui a piquena é de ideias firmes e só nasce quando achar que está na hora! E se saír à mãe não serve de nada pressionar senão atrapalha-se toda... e adivinhem lá quem é que sofre (glup!)?
Por isso, minha gente, agora que oficialmente um grande relógio em contagem decrescente se instalou no meio da minha barriga, a única coisa que posso garantir é o seguinte: pode ser a QUALQUER MOMENTO!
E quando for, eu aviso:)

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

39 semanas...

Isto está quase!
A barriga descaíu um pouco e agora parece mesmo uma prateleira!
Ansiedade? Sim, quero muito conhecer a pipoca que salta dentro da minha barriga, cada vez menos, porque está muito apertadinha.
Medo do parto? Não. Não consigo imaginar como será a sensação e só me resta confiar nos profissionais e fazer a minha parte direitinha: manter-me tranquila, confiante, fazer as respirações todas que andei a aprender nas últimas semanas.
"Cheirar flor, apagar velas..."
O nervoso miudinho só me chega quando penso no momento de chegarmos a casa pela primeira vez: "agora estamos por nossa conta!"
Estaremos à altura?...

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

Âpedeite

Nãããão, ainda não nasceu! Não tenho é tido muita disponibilidade para ir actualizando aqui a coisa.

Bem, vamos lá então. Ora, parece que o engordamento exagerado aos seis meses foi apenas um falso alarme para a minha transformação em lontra. Fui lontrinha apenas durante umas semanas e depois comecei a voltar à curva normal do aumento de peso. Quê?! dieta? Devem estar a sonhar! Eu não consigo fazer dieta nem sem estar grávida... felizmente o meu apetite moderou-se e passou a apetecer-me menos doces e chocolates. Mas foi mera obra do acaso, ou das hormonas, neste caso.

Agora já não pareço uma lontra, pareço o Humpty-Dumpty: pernas fininhas a sustentar uma espécie de ovo gigante!

De resto, a coisa está para breve, duas ou três semanas. As malas estão prontas, o quarto também. O papá... bem, ele sabe que está para breve:)))

quarta-feira, 19 de novembro de 2008

Gôda não, fóte!

Não há direito!
Primeiro uma pessoa descobre que está grávida e de um momento para o outro antes de comer o que quer que seja tem de responder aos 324 itens de uma check-list imaginária, só para saber se pode ou não comer.
Depois esquece a check-list, porque fica tão enjoada só com a ideia de meter comida à boca que a vontade é auto-internar-se, alimentada por via intravenosa.
Depois, felizmente, essa fase também passa. E como o olfacto está apuradíssimo descobre que tem andado a perder uma panóplia de sabores e aromas que tornam algumas comidas absolutamente de-li-ci-os-as! (por exemplo, nunca me tinha apercebido da subtileza aromática presentes nos cereais special K...) Mas é preciso algum auto-controlo, para não ganhar demasiado peso.
E consegue-se, com algum esforço.
E toda a gente elogia, que estamos muito bem, que não engordámos nada, que por este andar vamos poder vestir as nossas roupas normais à saída da maternidade, etc. Grande erro!

Tanto elogio só podia dar asneira, ou melhor, fome. E vai de doces, que nunca gostei, tremoços à sobremesa do jantar, pães de leite com queijo tostado. "Eu posso, eu não engordo", pensava eu.

Pois, pois. Diz agora isso às duas enfermeiras e à médica que ontem te chamaram de balofa para cima, delicadamente (se você engordasse decentemente...)

Conclusão: seis meses e NOVE quilos!!! E um maridinho querido que me traz pasteis de nata para o lanche enquanto me chama carinhosamente de debulhadora. Que fofo! Ai, não que fofa sou eu...pelos vistos!

sábado, 25 de outubro de 2008

Faz hoje uma semana...

...que passei a sentir-me sempre acompanhada! A princípio pensava que eram espasmos, ou até gases (?) que me punham a barriga aos saltos. "Será...? náááá, ainda é cedo!"
Deixei-me ficar à espreita e para minha grande alegria constatei que era mesmo a minha piquena pipoca aos saltos!
É a sensação mais estranha e também a mais fantástica que já alguma vez tive! E agora só quero senti-la sempre que possível. Acabo de comer e vou-me sentar muito sossegadinha "para ver se e menina mexe". Assim que acordo mexo-me um pouco na cama e acaricio a barriga para a sentir. Só fico descansada quando sinto, nem que seja, uma leve cóceguinha - "Bom dia, princesa!"
E de cada vez que isso acontece é como se fosse a primeira vez!


Olá outra vez, filhota! Siiiim, estou a escrever sobre ti!...

quinta-feira, 23 de outubro de 2008

Fui eu que fiz!!!


Ok, confesso que tive ajuda, mas saíu bem não saíu?


Já agora... é menina!

quinta-feira, 2 de outubro de 2008

Xanax natural

Ao andar por aqui e por acolá surgiu o tema da soneira tremenda que dá o estado em que me encontro. Sempre ouvi as grávidas dizerem que a gravidez dava muito sono, mas nunca pensei que me transformasse numa bezêrra zombie a meio da manhã. E ao final da tarde. E depois do jantar.
Dias houve em que o Sr. Papá apenas teve oportunidade de me perguntar "então amor, como foi o teu dia?" e já nem ouviu a resposta porque eu já estava K.O. no sofá a babar pelos cantos da boca! Assuntos mais delicados ou que exigissem resposta da minha parte, só com marcação e sujeitos a confirmação ao fim do dia de trabalho.
Mas devo confessar que ir ao cinema e ao teatro nunca foi para mim uma experiência como agora. Eu que nunca tinha pago para dormir com ninguém agora é às dezenas de uma vez só!Por fim, o culminar das experiências novas motivadas por um sono incontolável, foi no dia em que adormeci com a cabeça enfiada dentro de um armário de metal! Eu estava no trabalho a arrumar umas coisas e de repente já estava a sonhar que os dossiers eram almofadas fofinhas...é parecido, especialmente quando não se consegue abrir os olhos!